A Childhood Brasil colaborou com importantes produções audiovisuais que retratam a realidade da violência sexual contra crianças e adolescentes:
Eu tenho uma voz (Verdier Produções) – 2023

O curta-metragem conta a história de Gabi, em três tempos – aos 8, 13 e 32 anos de idade -, e mostra como o abuso sexual pode marcar uma vida e não deixa de existir quando se escolhe não falar sobre ele. Baseado em uma canção original de Clara Verdier e Bibi Cavalcante, foi dirigido por Bárbara Ramos e Juliana Albuquerque.
Se eu contar, você escuta? (Renata Coimbra) – 2022

Gravações em áudio realizadas nos anos 1990 revelam a história de oito meninas vítimas de violência sexual. Filhas de famílias de migrantes e agricultores, elas viviam nas ruas de uma cidade do interior do Brasil, algumas desde os 9 anos de idade. Mais de 20 anos depois, elas, adultas, revisitam a infância e contam os motivos que as levaram às ruas, em uma surpreendente saga pela sobrevivência.
Um Crime entre nós (Maria Farinha) – 2020

Existe um mercado no qual se troca infância por qualquer coisa menos valiosa. Todos sabem que ele existe, mas parece que é fácil de ignorar. O Brasil é o segundo país no ranking mundial dos casos de ESCA. Neste filme, Jout Jout, Luciano Huck, Dráuzio Varella e Gail Dines se unem aos que atuam diariamente para tirar meninas e meninos de um ciclo perverso. O documentário foi idealizado pelo Instituto Liberta e Instituto Alana.
Mundo Sem Porteira (Umiharu) – 2019

Apresenta uma visão multicausal do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes, e como enfrentar essas violências, reunindo depoimentos de caminhoneiros, organizações para proteção de meninas e meninos, educadores, especialistas, líderes em Direitos Humanos, jovens engajados, entre outros. Roteirizado e dirigido pela cineasta Gisela Arantes, aponta perspectivas para uma sociedade mais inclusiva e justa.